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segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Era da Reprodução Tecnológica..


As mídias têm auxiliado bastante nas pesquisas a respeito da reprodução humana, que envolve as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), os métodos contraceptivos e o processo reprodutor em si, uma vez que grande parte das pessoas procuram conhecimento na internet.

Algumas propagandas televisivas retratam a importância do uso do preservativo; há uma em que se relaciona com o Cazuza, ou seja, caso este método não for utilizado, existe grande chance de se contrair a AIDS, por exemplo, ou outros tipos de doenças, como a Sífilis ou a Herpes Genital.

Pode-se perceber que o sexo está bastante retratado em alguns programas de televisão, novelas, filmes e vídeos, visto que ele não esta sendo utilizado como um ato amoroso, e sim prazeroso, ou seja, não é valorizado, influenciando principalmente os jovens.

Porém, há também os lados bons da mídia, os quais são retratadas informações acerca do assunto, ou até mesmo reportagens/noticiários com exemplos de crianças estupradas.

Portanto, ter ciência do que a mídia e as redes trazem é um dever de cada individuo, sendo que falsas informações podem ser trazidas. É um ato que leva a grandes mudanças no mundo contemporâneo, com mais atitude e conhecimento, originando, assim, a “era da reprodução tecnológica”, que passará de geração a geração...
  
Postado pela equipe @.Com.

domingo, 31 de março de 2013

A Importância das Avós Para a Evolução Humana



Talvez as avós não sejam tão importantes quanto imaginávamos. Principalmente quando o assunto é a evolução humana. Mas este assunto voltou a partir de simulações de computador as quais  forneceram suporte matemático para a famosa hipótese de que os seres humanos evoluíram em relação aos macacos porque as avós ajudavam a alimentar seus netos.
A chamada "Hipótese da Avó" diz que quando as fêmeas no fim da idade fértil passaram a alimentar os netos após o desmame, suas filhas tiveram tempo para produzir crianças em intervalos mais curtos; além disso, as mulheres passaram a viver mais tempo após a última menstruação, porque as fêmeas ancestrais que viraram avós conseguiram passar adiante os genes da longevidade. Portanto, de acordo com esse pensamento as fêmeas humanas, ao contrário das descendentes de outros símios, sobrevivem muito além do seu apogeu reprodutivo, devido aos benefícios que as mulheres na pós-menopausa proporcionam aos seus netos.
O biólogo evolucionista William Hamilton apresentou essa ideia, pela primeira vez, em um artigo em 1966, baseando-se em um trabalho teórico de George Williams e Peter Medawar. No entanto, “a hipótese da avó” só decolou durante os anos 80 e 90, com base em uma pesquisa de campo com dados coletados pela antropóloga Kristen Hawkes e seus colegas da Universidade de Utah, em Salt Lake City.
Muitas teorias antropológicas afirmam que o aumento do tamanho do cérebro dos nossos antepassados foi o principal fator da evolução humana. Neste estudo, a autora propõe que: “ter uma avó nos tornou mais sociáveis, com tempo para dedicar atenção aos outros integrantes do grupo”. Isso serviu de base para a evolução de características humanas, como a ligação entre casais, a cooperação, o aprendizado de novas habilidades e o consequente aumento do cérebro.

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Postado por Kellyn Taiandra Baccin.

sexta-feira, 29 de março de 2013

AIDS

Sintomas
Febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e do fígado, alterações elétricas do coração e/ou inflamação das meninges nos casos graves. Na fase aguda, os sintomas duram de três a oito semanas. Na crônica, os sintomas estão relacionados a distúrbios no coração e/ou no esôfago e no intestino. Cerca de 70% dos portadores permanece de duas a três décadas na chamada forma assintomática ou indeterminada da doença.

Transmissão
Somente em secreções como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno, o vírus aparece em quantidade suficiente para causar a moléstia. Para haver a transmissão, o líquido contaminado de uma pessoa tem que penetrar no organismo de outra. Isso se dá através de relação sexual (heterossexual ou homossexual), ao se compartilhar seringas, em acidentes com agulhas e objetos cortantes infectados, na transfusão de sangue contaminado, na transmissão vertical da mãe para o feto durante a gestação ou o trabalho de parto e a amamentação.

Prevenção
Para evitar a transmissão da AIDS, recomenda-se o uso de preservativo durantes as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente o sangue e hemoderivados para transfusão. Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.

Postado por Mateus Dacheri.