Olá, blogueiros! Confiram esse vídeo sobre como fazer um bom texto dissertativo-argumentativo... Bom vestibular!!!
http://www.youtube.com/watch?v=K-Yfz4SN4IM
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
Termos integrantes em uma oração.
Introdução
São termos que servem para complementar o sentido de certos verbos ou nomes, pois seu significado só se completa com a presença de tais termos.
Os termos integrantes da oração são:
Complemento verbal
- objeto direto
- objeto indireto
- complemento nominal
- agente da passiva
COMPLEMENTO VERBAL
OBJETO DIRETO
Termo não regido por preposição. Completa o sentido do verbo transitivo direto.
VTD Objeto Direto (OD)
Ela vendia doces .
VTD OD
Um método bem prático para determinar o objeto direto é perguntar QUEM? ou O QUÊ? Depois do verbo.
Ela vendia O QUÊ? Doces
OD
OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO
Mesmo não sendo regido de preposição, há casos em que o objeto direto necessita de uma preposição:
- quando é formado por pronomes oblíquos tônicos:
- quando é formado por substantivos próprios ou referente a pessoas:
- quando é formado por pronomes demonstrativos, indefinidos e de tratamento:
- quando é formado pelo pronome relativo QUEM.
- quando o objeto direto é a palavra ambos:
- para evitar a ambigüidade:
- quando se quer indicar idéia de parte, porção:
Exemplo: Assim, prejudicas a ti .
Obj. dir. prep.
Exemplo: Amai a Deus sobre todas as coisas.
Obj. dir. prep.
Exemplo: A foto sensibilizou a todos .
Obj. dir. prep .
Exemplo: Queremos conhecer o professor a quem admiras tanto .
Obj. dir. prep.
Exemplo: A chuva molhou a ambos .
Obj. dir.prep .
Exemplo: convenceu ao pai o filho mais velho .
Obj. dir.prep.
Exemplo: beberemos deste vinho .
Obj. dir. prep.
OBJETO INDIRETO
Completa o sentido do verbo transitivo indireto e é regido por preposição.
Exemplo: Aline gosta de frutas .
Obj. ind.
Não confio em políticos .
Obj. ind.
Para reconhecer o objeto indireto, basta perguntar QUEM ou QUE depois do verbo + preposição.
Exemplo: Aline gosta de frutas.
Aline gosta de quê? De frutas .
COMPLEMENTO NOMINAL
É o termo que completa o sentido de substantivos, adjetivos e advérbios, ligando-se a esses nomes por meio de preposição.
Exemplo: Tenho a certeza de sua culpa .
Compl. Nominal.
A árvore está cheia de frutos .
Compl. Nominal .
Nós chegamos perto dos gorilas.
Compl. Nominal
Para determinar o complemento nominal basta seguir o seguinte esquema:
Nome + preposição + QUEM ou QUE?
Ele é perito em computação .
Complemento nominal
DIFERENÇA ENTRE COMPLEMENTO NOMINAL E OBJETO INDIRETO
Enquanto o complemento nominal completa o sentido dos nomes – substantivo, adjetivo e advérbio – o objeto indireto completa o sentido de um verbo transitivo indireto.
Exemplo: Lembrei-me de minha terra natal.
Objeto indireto
Ela manteve seu gosto pelo luxo.
Complemento nominal
AGENTE DA PASSIVA
Ocorre em orações cujo verbo se apresenta na voz passiva a fim de indicar o elemento que executa a ação verbal.
Exemplo: As terras foram invadidas pelos sem-terra.
Agente da passiva
A cidade estava cercada de belezas naturais.
Agente da passiva
Observação:
O agente da passiva, o objeto indireto e o complemento nominal são regidos por preposição, muitas vezes há dúvidas na diferenciação dos três. Quando isso acontecer, basta observar o sujeito da oração. Para ser agente da passiva o sujeito precisa ser paciente.
Exemplo: A jangada havia sido levada pelas tsunamis.
Agente da passiva
Sentia-se livre de qualquer responsabilidade.
Complemento nominal
Vamos precisar de sua compreensão.
Objeto indireto
Postado por Alexandre Luiz Baioto Forte.
terça-feira, 12 de março de 2013
Oração e termos essenciais.
Termos essenciais em uma oração - Língua Portuguesa.
Antes
de saber esses conceitos, deve-se reconhecer o que são:
frases/orações/períodos.
Frase: é todo enunciado capaz de
transmitir ideias, sentimentos, emoções. Uma frase pode ser uma oração. É
constituída por uma palavra ou várias. Exemplos:
- Obrigado!
- Por favor.
- O que ele deseja?
Oração: é todo enunciado que contém
verbo. Uma oração NÃO pode ser uma frase, quando esta for nominal (Frase
nominal = não possui verbo.). Exemplos:
- Oba! Hora do lanche! (Não há verbo, por isso é nominal).
- Eu gostaria de ir ao cinema.
- Eu gostaria de ir ao cinema.
- Mãe, vamos à praia?
Período: toda frase composta por
orações recebe o nome de período. O período é classificado em duas formas:
Simples: possui apenas uma oração
(um verbo) em seu contexto. Exemplo:
- Sim, vamos à praia, filha!
Composto: possui duas ou mais
orações (dois ou mais verbos) em seu contexto. Exemplo:
- Eu vou à praia porque gosto de tomar banho
no mar.
Os
termos essenciais da oração são classificados em:
-
Sujeito (simples, composto, indeterminado, oculto, inexistente/oração sem sujeito);
-
Predicado (verbal, nominal, verbo-nominal).
Sujeito: é o praticante de uma ação
no contexto. Para se descobrir o sujeito de uma maneira fácil, faça as
seguintes perguntas: QUEM/O QUE. Exemplos:
- Lucas
abriu a janela. (QUEM abriu a janela? – Lucas, que é o sujeito.).
- A latinha
de refrigerante caiu da mesa. (O QUE caiu da mesa? – A latinha, que é o sujeito).
Classificações do sujeito.
Simples:
É composto por um só núcleo. Exemplos:
- Pâmela
caiu. (QUEM caiu? – Pâmela.).
- A
espinha fui eu quem estourou. (QUEM estourou a espinha? – Eu.).
Composto:
Contém dois ou mais núcleos. Exemplos:
- Minha
mãe e eu não vamos estar em casa amanhã.
-
Foi Henrique e Gabriel quem quebraram a mesa.
Indeterminado:
Não se sabe, ao certo, quem ou o que praticou a ação. Há duas formas de se
encontrar o sujeito indeterminado:
Nas
frases em que o mesmo se encontra no singular - + SE (não se sabe se foi “você” ou
“ele/a” quem praticou o ato). Exemplos:
- (?) Vende-se esta casa (QUEM vende-se esta casa? Não se sabe).
- (?) Roubou meu carro. (QUEM roubou meu carro? - Ele ou você?).
- (?) Roubou meu carro. (QUEM roubou meu carro? - Ele ou você?).
-
(?) Foi à festa. (QUEM foi à festa? – Ele ou você?).
Nas
frases em que se encontra no plural (não se sabe se foi “eles/as” ou
“vocês” quem praticaram o ato. Exemplo:
-
(?) Quebraram a porta da sala. (QUEM “quebraram” a porta da sala? Eles ou
vocês?).
Oculto:
o sujeito oculto é aquele em que se sabe ao certo quem fez a ação, porém não
aparece explícito na frase/oração. Exemplo:
-
(Nós) fizemos a tarefa. (“Nós” fizemos a tarefa, sabemos quem fez, mas fica
oculto na frase).
-
(Eu) sou feliz. (“Eu” sou feliz, sabemos quem é, mas não aparece na frase).
Oração
sem sujeito: É a oração a qual não contém sujeito. Não se sabe quem fez
a ação e não é oculto. Três formas de se achar um sujeito inexistente:
Verbo
haver no sentido de existir:
- Houve
um forte temporal. (Quem/o que “houve”? Não se sabe quem “houve”. Por isso, não
existe sujeito).
Verbos
indicando fenômenos da natureza:
-
Choveu muito aqui no Paraná. (Quem/o que “choveu”? Quem faz a ação de chover?
Não se sabe – oração sem sujeito).
Verbo
fazer indicando tempo ou clima.
-
Faz anos que não a vejo! (Quem/o que “faz anos”? Não se sabe).
-
Faz frio aqui no Sul! (Quem/o que “faz frio”? Não se sabe).
Predicado: é tudo o que se declara
acerca do sujeito, ou seja, tudo o que há frase que não seja o sujeito.
Classificações
do predicado.
Predicado verbal: se constitui de
verbo, o qual é o núcleo do predicado. Exemplo:
-
Mamãe fez um delicioso pudim.
Predicado nominal: o núcleo é um
nome, o qual exerce a função de predicativo do sujeito (termo que dá
característica ao sujeito; é sempre ligado ao sujeito por um verbo de ligação).
Exemplo:
- As
alunas estão cansadas. (estão
= verbo de ligação (VL). Cansadas = predicativo do sujeito).
Predicado verbo-nominal: possui dois
núcleos: um verbo e um nome. Tem predicativo do sujeito ou do objeto e indica
ação e qualidade. Exemplo:
- Elegemos nossa tia diretora. (Elegemos = verbo. Tia diretora = predicativo
do objeto (PO)).
Postado por Alexandre Luiz Baioto Forte.
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