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quarta-feira, 20 de março de 2013

Política (Mino Carta)



A peculiaridade brasileira


Nos seus derradeiros momentos como senador, Fernando Henrique Cardoso andava pelos corredores do Congresso acompanhado por Norberto Bobbio. Digo, carregava um ensaio do pensador italiano, a analisar um assunto veementemente provocado pela queda do Muro de Berlim: ainda vale falar de direita e esquerda?

Solidão. Às vezes a presidenta que pretende erradicar a miséria parece isolada. Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

A direita mundo afora decretava o fim das ideologias, -enquanto a esquerda mostrava-se reticente. Bobbio entrou em cena e afirmou: nada disso, a dicotomia não se apaga, seria como pretender negar o bem e o mal, a luz e a sombra, a verdade e a mentira. E a verdade, no caso, é outra.

A tese de Bobbio pode ser resumida na seguinte ideia: é automática e naturalmente de esquerda quem se preocupa com os destinos dos desvalidos do mundo e se empenha pela igualdade. Recordam? Liberdade, igualdade, fraternidade. A liberdade por si só não basta à democracia, a igualdade é fundamental. Quanto à fraternidade talvez seja admissível substituí-la pela solidariedade.

A julgar pelo desvelo de ponta de dedos com que FHC carregava o livrinho (ia escrever, sobraçava, mas a obra é de porte modesto) me entreguei à suposição de que o futuro presidente da República rendia-se de bom grado aos argumentos do autor, a confirmar crenças pregressas. No entanto, pouco tempo após, soletraria: esqueçam o que eu disse.

À sombra de FHC presidente, o PSDB tornou-se um partido de direita. Em lugar de abrandá-las, acentuou as disparidades ao aderir à religião neoliberal e sujeitar-se às vontades e interesses do Tio Sam. Sem contar a bandalheira da privataria, a compra dos votos a favor da reeleição e o “mensalão” tucano.

Ao entrevistar o presidente Lula no fim de 2005, pergunto se ele é de esquerda, responde nunca ter sido. “Você sabe disso”, diz, ao recordar os velhos tempos em que nos conhecemos, já faz 36 anos. Jogo na mesa a carta de Norberto Bobbio, observo: “Você sempre lutou a favor da igualdade”.

Deste ponto de vista, há toda uma orientação esquerdista nas políticas sociais implementadas pelo governo Lula e hoje fortalecidas por Dilma Rousseff. E é de esquerda em mais de um aspecto a política econômica do governo atual, mais ousada do que a do anterior ao se desvencilhar das injunções neoliberais.

Nada irrita e assusta mais a direita brasileira do que qualquer tentativa de demolir de vez a senzala. É o que me permito explicar ao correspondente de um jornal americano, perplexo diante dos comportamentos da mídia nativa, sempre alinhada de um lado só. Digo: ela é o instrumento da casa-grande. O estupor do colega do Hemisfério Norte não arrefece: “Mas os governos Lula e Dilma produziram bons resultados para todos, senhores incluídos…”

Defronto-me, de súbito, com a dificuldade de aclarar uma situação incompreensível aos olhos do semelhante civilizado, capaz de usar, para medi-la, o metro próprio da contemporaneidade do mundo. E aos meus condoídos botões segredo: difícil, difícil mesmo, talvez impossível, trazer à luz da atualidade este cenário tão peculiar, de um país que viveu três séculos e meio de escravidão e que, de certa forma, ainda não digeriu o seu passado.

O jornalista americano arregala os olhos: “Mas como é possível que Dilma Rousseff tenha índices de aprovação elevadíssimos e sofra ao mesmo tempo o ataque maciço da mídia?” A presidenta, respondo, pretende erradicar a miséria… Logo percebo que a peculiaridade verde-amarela envolve o próprio governo. Há momentos em que Dilma parece isolada. Solitária. Ela é obrigada à aliança com o PMDB para garantir a maioria em um Congresso inconfiável e a postura do próprio PT é, no mínimo, dúbia. Falta ao Brasil desta hora um verdadeiro partido social-democrático, esquerdista no sentido de Norberto Bobbio.



Análise crítica sobre o texto   

Segundo Norberto Bobbio, o Muro de Berlim era definido por possuir dois lados que nunca poderiam se juntar: o de esquerda (lado capitalista) e o de direita (lado comunista). Ainda conforme sua hipótese, isso ainda permanece.
Disse também que a atual presidente, Dilma Rousseff, tenta de maior forma erradicar ou minimizar a pobreza, uma vez que sua popular frase já diz respeito: “País rico é país sem pobreza”.
Mesmo com tanta tecnologia, o Brasil não consegue realizar o maior desejo da presidente. Ainda não há uma técnica que faça com que todos tenham acesso à educação e ao aumento de classe, ou seja, de miserável para classe baixa. Por isso a política é tão importante no mundo moderno; muitos a veem como meios de sucção de capital.
É bom saber em qual lado cada um está: capitalista ou comunista? O das pessoas ou do consumismo? Há outra pergunta em mente: as pessoas vivem para consumir ou consumem para viver?

FONTE: Clique Aqui

Postado pela equipe @.Com. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Wide @.Com

 
Atividade realizada na disciplina de Inglês, solicitada pela professora Josiane Rizzatti. Confecção de um mini jornal.

Postado por Kellyn Taiandra Baccin.

sábado, 16 de março de 2013

Enquete sobre o uso da Internet

O conteúdo relacionado à disciplina de Matemática é: Estatística. Assim, realizamos uma enquete no nosso blog e aqui apresentaremos os resultados para vocês blogueiros.

Quantas horas por dia você passa conectado na internet?
- Até uma hora.
- De uma a duas horas.
- De duas a quatro horas.
- Mais de quatro horas.

Tivemos um total de 24 votos, sendo que 3 pessoas votaram na primeira opção, outras 3 pessoas escolheram a segunda opção, 6 pessoas ficaram na terceira opção, e por fim, 12 pessoas marcaram a última opção. Representamos então por meio de um gráfico de setores, o percentual de frequênica na internet.

Após analisarmos os dados obtidos, podemos perceber como é grande a influência da internet na vida de toda a sociedade, e como cada vez mais as pessoas estão se alienando e mudando o seu modo de viver e de pensar, se prendendo a este meio.
Postado por Kellyn Taiandra Baccin.

terça-feira, 12 de março de 2013

Oração e termos essenciais.


Termos essenciais em uma oração - Língua Portuguesa.

Antes de saber esses conceitos, deve-se reconhecer o que são: frases/orações/períodos.

            Frase: é todo enunciado capaz de transmitir ideias, sentimentos, emoções. Uma frase pode ser uma oração. É constituída por uma palavra ou várias. Exemplos:

- Obrigado!

- Por favor.

- O que ele deseja?

            Oração: é todo enunciado que contém verbo. Uma oração NÃO pode ser uma frase, quando esta for nominal (Frase nominal = não possui verbo.). Exemplos:

- Oba! Hora do lanche! (Não há verbo, por isso é nominal).

- Eu gostaria de ir ao cinema.

- Mãe, vamos à praia?

            Período: toda frase composta por orações recebe o nome de período. O período é classificado em duas formas:

            Simples: possui apenas uma oração (um verbo) em seu contexto. Exemplo:

- Sim, vamos à praia, filha!

            Composto: possui duas ou mais orações (dois ou mais verbos) em seu contexto. Exemplo:

- Eu vou à praia porque gosto de tomar banho no mar.

            Os termos essenciais da oração são classificados em:

- Sujeito (simples, composto, indeterminado, oculto, inexistente/oração sem sujeito);

- Predicado (verbal, nominal, verbo-nominal).

            Sujeito: é o praticante de uma ação no contexto. Para se descobrir o sujeito de uma maneira fácil, faça as seguintes perguntas: QUEM/O QUE. Exemplos:

- Lucas abriu a janela. (QUEM abriu a janela? – Lucas, que é o sujeito.).

- A latinha de refrigerante caiu da mesa. (O QUE caiu da mesa? – A latinha, que é o sujeito).

Classificações do sujeito.

            Simples: É composto por um só núcleo. Exemplos:

- Pâmela caiu. (QUEM caiu? – Pâmela.).

- A espinha fui eu quem estourou. (QUEM estourou a espinha? – Eu.).

            Composto: Contém dois ou mais núcleos. Exemplos:

- Minha mãe e eu não vamos estar em casa amanhã.

- Foi Henrique e Gabriel quem quebraram a mesa.

            Indeterminado: Não se sabe, ao certo, quem ou o que praticou a ação. Há duas formas de se encontrar o sujeito indeterminado:

            Nas frases em que o mesmo se encontra no singular - + SE (não se sabe se foi “você” ou “ele/a” quem praticou o ato). Exemplos:

- (?) Vende-se esta casa (QUEM vende-se esta casa? Não se sabe).

- (?) Roubou meu carro. (QUEM roubou meu carro? - Ele ou você?).

- (?) Foi à festa. (QUEM foi à festa? – Ele ou você?).

            Nas frases em que se encontra no plural (não se sabe se foi “eles/as” ou “vocês” quem praticaram o ato. Exemplo:

- (?) Quebraram a porta da sala. (QUEM “quebraram” a porta da sala? Eles ou vocês?).

            Oculto: o sujeito oculto é aquele em que se sabe ao certo quem fez a ação, porém não aparece explícito na frase/oração. Exemplo:

- (Nós) fizemos a tarefa. (“Nós” fizemos a tarefa, sabemos quem fez, mas fica oculto na frase).

- (Eu) sou feliz. (“Eu” sou feliz, sabemos quem é, mas não aparece na frase).

            Oração sem sujeito: É a oração a qual não contém sujeito. Não se sabe quem fez a ação e não é oculto. Três formas de se achar um sujeito inexistente:

            Verbo haver no sentido de existir:

- Houve um forte temporal. (Quem/o que “houve”? Não se sabe quem “houve”. Por isso, não existe sujeito).

            Verbos indicando fenômenos da natureza:

- Choveu muito aqui no Paraná. (Quem/o que “choveu”? Quem faz a ação de chover? Não se sabe – oração sem sujeito).

            Verbo fazer indicando tempo ou clima.

- Faz anos que não a vejo! (Quem/o que “faz anos”? Não se sabe).

- Faz frio aqui no Sul! (Quem/o que “faz frio”? Não se sabe).

            Predicado: é tudo o que se declara acerca do sujeito, ou seja, tudo o que há frase que não seja o sujeito.

                                   Classificações do predicado.

            Predicado verbal: se constitui de verbo, o qual é o núcleo do predicado. Exemplo:

- Mamãe fez um delicioso pudim.

            Predicado nominal: o núcleo é um nome, o qual exerce a função de predicativo do sujeito (termo que dá característica ao sujeito; é sempre ligado ao sujeito por um verbo de ligação). Exemplo:

- As alunas estão cansadas. (estão = verbo de ligação (VL). Cansadas = predicativo do sujeito).

            Predicado verbo-nominal: possui dois núcleos: um verbo e um nome. Tem predicativo do sujeito ou do objeto e indica ação e qualidade. Exemplo:

- Elegemos nossa tia diretora. (Elegemos = verbo. Tia diretora = predicativo do objeto (PO)).

                                                                                Postado por Alexandre Luiz Baioto Forte.

domingo, 10 de março de 2013

A Descoberta da Radiação



Esta história em quadrinhos foi desenvolvida nas aulas de Química, da professora Pâmela Dalposso, por toda a equipe @.com, e conta um pouco sobre a descoberta do Urânio, que nos trouxe o conceito da Radioatividade.

Postado por Kellyn Taiandra Baccin.

quarta-feira, 6 de março de 2013

A Comunicação

Olá pessoal, eu sou a Kellyn, e hoje vou falar sobre o conteúdo referente a disciplina de Psicologia. Nosso tema é: A comunicação.

  

   Comunicação é a forma de como as pessoas se relacionam entre si, dividindo e trocando experiências, ideias, sentimentos, informações, modificando mutuamente a sociedade onde estão inseridas. Sem a comunicação, cada um de nós seria um mundo isolado. Comunicação é a representação de uma realidade.
   A comunicação constitui uma das ferramentas mais importantes que os líderes têm à sua disposição para desempenhar as suas funções de influenciação. A sua importância é tal que alguns autores a consideram mesmo como o “sangue” que dá vida à organização.

Tipos de Comunicação:
- A comunicação verbal ou diálogo representa uma conversa recíproca entre duas partes.
- A comunicação não-verbal inclui a comunicação através do envio e recebimento de mensagens sem palavras, que são transmitidas através de expressões faciais, contato visual, gestos, postura e linguagem corporal. Também pode conter elementos não-verbais designado ‘paralanguage´ que compõem a qualidade de voz, entonação, stress, emoções e estilo de falar.
- A comunicação visual como o nome sugere é através de auxílios visuais. Este método de transmissão está principalmente associada com duas imagens tridimensionais que incluem sinais, tipografia, desenho, design gráfico, ilustração, cores e recursos eletrônicos. A forma mais comum de apresentar informações de forma visual, é através do vídeo e da televisão.


FONTE: Clique Aqui
 
Postado por Kellyn Taiandra Baccin.
 




sexta-feira, 1 de março de 2013

A Mídia Dominante






A mídia alcançou um lugar dominante no dia-a-dia da nossa vida. Mais do que lançar produtos, ela cria costumes e hábitos, modos de viver e de pensar, define estilos, fabrica modelos identificativos.  Na sociedade contemporânea tem ocorrido o surgimento de uma nova organização do cotidiano, portanto, crianças, adolescentes e adultos alteram suas relações a partir das influências que a mídia e a cultura exercem sobre todos.

FONTE: Clique Aqui 

Postado por Kellyn Taiandra Baccin.

A descoberta da radioatividade.

      O final do século XIX e o início do XX foram muito produtivos no que se diz respeito às descobertas que envolvem a estrutura atômica. Sabemos que no início do século XIX surgiu o modelo de Dalton - o átomo imaginado como uma bolinha maciça e indivisível. Já no início do século XX, após a descoberta das partículas subatômicas - elétron, próton e nêutron -, consagrou-se o modelo atômico de Rutherford-Bohr.
No ano de 1896, o francês Henri Becquerel constatou que um composto de Urânio - Sulfato de Potássio e Uranilo, K²UO²(SO4)² - apresentava a interessante característica de causar uma mancha preta numa chapa fotográfica mesmo no escuro e a chapa embrulhada no papel escuro.
A interpretação de Becquerel era de que o composto emitia algum tipo de raio capaz de atravessar o papel e atuar sobre a chapa. Essa propriedade era semelhante à dos raios X descobertos um ano antes pelo alemão Wilhelm Conrad Röntgen.
Ainda no mesmo ano, Becquerel percebeu que os raios de urânio ionizavam gases, isto é, provocavam neles o aparecimento de íons, tornando-se condutores de corrente elétrica. Anos mais tarde, o alemão Hans Geiger utilizaria essa propriedade para criar o contador Geiger (detector de radioatividade).
No final de 1897, a polonesa Marie Sklodowska Curie passou a se interessar pelo fenômeno descoberto por Becquerel. Em abril de 1898, ela já havia percebido que, além do urânio, outro elemento conhecido, o tório, também emitia os misteriosos raios. Começou, então, a suspeitar da existência de elementos radioativos desconhecidos. Em julho do mesmo ano, com a ajuda do marido, o físico francês Pierre Curie descobriu um novo elemento que chamou de polônio. Alguns meses depois, ambos descobriram um elemento ainda mais radioativo, ao qual deram o nome de rádio.
Ainda no ano de 1898, Ernest Rutherford utilizou uma tela fluorescente para detectar as radiações provenientes de um material radioativo. Com auxílio de placas metálicas eletricamente carregadas descobriu que havia dois tipos de radiação, que chamou de alfa (α) e beta (β). A radiação alfa, segundo ele, deveria ser formada por partículas de carga positiva, uma vez que seu feixe é atraído pela placa negativa. Já a radiação beta deveria ser formada por partículas negativas, pois seu feixe é atraído pela placa positiva.
Em 1900, Paul Villard, na França, descobriu outra forma de radioatividade que não apresente carga elétrica, chamada radiação gama (γ).
                      Postado por Alexandre Luiz Baioto Forte.